Home / Internacional / ÁSIA / “O ISQ é, já hoje, uma empresa global” – Pedro Matias
Pedro matias isq pme magazine
Pedro Matias, presidente do ISQ (Foto: Divulgação)

“O ISQ é, já hoje, uma empresa global” – Pedro Matias

Por: Ana Rita Justo

O processo de internacionalização do ISQ conta agora com uma nova geografia: o Cazaquistão. Para o presidente, Pedro Matias, esta é uma oportunidade  para o grupo português se afirmar num “país moderno e sofisticado”.

 

PME Magazine – Como surgiu a oportunidade de internacionalizar para o Cazaquistão?

Pedro Matias – A nossa aproximação ao mercado do Cazaquistão data de 2013, altura em que o Grupo ISQ explorava o mercado da região na área de energia e Oil & Gas. Depois, fomos também convidados para integrar as 12 entidades que avaliaram as mais de 50 propostas para o conceito e arquitetura da exposição Universal Expo Astana 2017, onde se mostraram as mais modernas tecnologias e inovações sobre a temática da “Energia do Futuro”. O ISQ foi convidado na sequência da sua experiência em eventos como a Expo98, o Euro 2004 ou o Euro 2008, na área da construção sustentável. Desde então, o ISQ operou associado a empresas de engenharia na área do petróleo e do gás, tendo prestado serviços na região do Mar Cáspio. Com o tempo, temos vindo a aperceber-nos das enormes potencialidades que o Cazaquistão pode proporcionar em diversas áreas onde o ISQ é muito forte e competitivo: Oil & Gas, centrais termoelétricas, infraestruturas, minas. Daí termos agora decido começar a operar diretamente no Cazaquistão através da abertura de uma empresa lá.

 

PME Mag. – Porquê este país?

P. M. – O Cazaquistão é um país moderno e sofisticado e tem mostrado uma pujança económica muito interessante. Há vários projetos de investimento a decorrerem no país e para os quais podemos ser parceiros nas nossas áreas de competência. O que já fazemos em muitas regiões do globo podemos também fazer com mais permanência no Cazaquistão.

 

PME Mag. – Em que moldes vai dar-se a internacionalização?

P. M. – Queremos ter presença nas nossas áreas core e, do ponto de vista de abordagem do mercado, julgamos que o que faz mais sentido é fazê-lo através da criação de uma empresa em parceria com um sócio local. Após vários meses de estudo de mercado e de diversas reuniões chegámos a acordo com o nosso sócio.

 

Leia a entrevista na íntegra na edição de janeiro da PME Magazine.